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No município, não há mais necessidade de ocupar para ter-se direito à moradia, pois a Prefeitura possui política habitacional transparente e consistente.
Os canoenses contam com políticas públicas que proporcionam moradias para quem não as possui, o reassentamento de moradores em áreas de risco e a regularização fundiária de lotes em assentamentos irregulares. Para isso, a Prefeitura adotou o Programa Minha Casa, Minha Vida e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) - este último destina-se a obras de urbanização.
As iniciativas do Município têm reduzido históricas carências habitacionais de famílias que viviam em áreas de risco, a exemplo das que estavam no trajeto da BR-448, além das famílias que moram em beiras de valas ou debaixo de torres de alta tensão.
Moradias
2.111 unidades entregues
3.200 casas e apartamentos em construção
686 para assinatura na Caixa Federal
697 moradias em projeto
448 em fase de edital para encaminhamento à Caixa
Total geral
até 2016:
7.142 unidades habitacionais
9.382 regularizações já foram encaminhadas
A Prefeitura de Canoas encaminhou, em três anos, a regularização fundiária de 9.382 lotes, beneficiando famílias de 14 vilas. Do total, 1.782 famílias que viviam em áreas públicas já têm seus lotes escriturados; 1.400 passam por processo de usucapião no Judiciário; 800 estão em fase final de regularização; 4.000 lotes estão em fase de demarcação urbanística e 1.600 iniciaram processo de regularização.
Áreas públicas regularizadas por doação
Loteamentos
CAIC: 174 famílias (Guajuviras)
Torres: 130 famílias (Fátima);
Pôr-do-Sol: 305 famílias (Guajuviras);
Dona Rafaela: 43 famílias (Estância Velho);
Rua 1: 170 famílias (Mato Grande).
Áreas privadas regularizadas por usucapião
Loteamentos
União dos Operários: 1200 famílias (Mathias Velho);
Elizabeth Finkler: 200 famílias (Mato Grande).
Em andamento
Áreas públicas doadas pelo Governo do Estado
Loteamento João de Barro: 960 famílias (Niterói);
Sete de Outubro: 600 famílias (Estância Velha).
Área privada em fase de regularização por demarcação urbanística
Vila Santo Operário: 4000 famílias (Harmonia)
Vila Nancy Pansera: 200 famílias (Guajuviras)
Vila São Miguel: 500 famílias (Guajuviras)
Vila São Luís/Bandeirantes: 900 famílias (Rio Branco)
Moradores da Porto Belo conhecem futuras moradias
Um grupo de moradores da ocupação da Vila Porto Belo conheceu, no dia 15 de abril, as suas futuras moradias, no conjunto habitacional localizado na Rua Campinas, 780, no Bairro Mathias Velho.
Ele se destina às 230 famílias que vivem irregularmente na área da Vila Porto Belo e nos arredores das valas do Leão, Curitiba e Dique São Paulo. O condomínio também abrigará 50 pessoas sorteadas, em dezembro de 2013, no Programa Minha Casa, Minha Vida.
Centenas de famílias reassentadas
Os canoenses sem moradia têm como aliado o Município, que cedeu áreas de terra nos bairros Mato Grande e Fátima para os loteamentos Canoas Minha Terra 1, Canoas Minha Terra 2 e Morada Cidadã.
A doação das áreas favoreceu a construção de casas e apartamentos para a transferência de 599 famílias que moravam no traçado da BR-448. O cadastramento desses moradores foi assumido pela Prefeitura, que já reassentou definitivamente 307 famílias.
Outras 60 famílias, também do traçado da BR-448, deverão ser reassentadas nos próximos dias no Loteamento Canoas Minha Terra.
Áreas de risco
Um total de 687 famílias deixou áreas de risco para viver em moradias dignas no Loteamento Torres, no Morada Cidadã, MQ1B, MQ2 e na Vila de Passagem.
Serviço de Atendimento ao Cidadão: 0800-5101234